Revista Rua

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GUIdance - A dança no berço

O Festival Internacional de Dança Contemporânea regressa a Guimarães no início de fevereiro.

Joana Soares

Texto: Joana Soares |

©Richard Davies

 

De 1 a 10 de fevereiro, Guimarães recebe a 8ª edição do GUIdance - Festival Internacional de Dança Contemporânea, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e na Black Box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG). O cartaz desta edição conta com nove espetáculos, quatro estreias, masterclasses, sessões nas escolas, conversas e debates. Neste GUIdance, haverá a estreia de corpos novos a dançar, mas também corpos já mais velhos que se continuam a desafiar em palco.

Wayne McGregor, um dos grandes coreógrafos contemporâneos e explorador de limites, irá dar início ao festival com Autobiography, espetáculo que tem sido considerado a sua obra mais íntima e ousada. O encerramento ficará a cargo de Peeping Tom, que apresenta Vader.

Rui Horta, coreógrafo em destaque nesta edição, apresenta duas criações: em estreia absoluta, dia 3 de fevereiro, Humanário, uma obra criada em conjunto com o maestro Tiago Simães que integra 40 intérpretes amadores, onde o traço de união é a capacidade vocal; em reposição, dia 7 de fevereiro, Vespa, um solo interpretado pelo próprio.

Nesta edição de 2018, o GUIdance reúne nomes europeus importantes, como Vera Mantero (com O Limpo e o Sujo, no dia 2), Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão (com Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre, no dia 3), Patricia Apergi (com Cementary, no dia 8) e Euripides Laskaridis (com Titans, no dia 10). Marlene Monteiro Freitas e Andreas Merk (com Jaguar, no dia 9) completam o cartaz do festival. 


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