Revista Rua

Apreciar. Música

Westway Lab, o epicentro de criação musical

Guimarães converteu-se na maior incubadora de música durante duas semanas

Miguel Estima

Texto: Miguel Estima |

Áustria foi o país convidado nesta quinta edição do WestWay Lab, um festival urbano que todos os anos ocupa a cidade de Guimarães em duas semanas intensas de trabalho - nem todo ele visível, já que muitas atividades estão confinadas aos artistas através de residências artísticas onde artistas nacionais juntam-se a artistas internacionais e durante as duas semanas partilham uma sala de ensaios e trocam experiências. O resultado são concertos de apresentação final dessa fruição colectiva. Isto para além das conferências dirigidas a profissionais do mundo do espetáculo, como programadores e curadores.

A Revista RUA teve a oportunidade de acompanhar o último dia do festival onde decorreram, durante a tarde, os concertos de Gobi Bear, Daily Misconceptions, Joana Guerra, Time For T, Elizabete Balčus, Nery, Mathilda e a estreia no certame de um artista americano com a Jennifer Pague dos Vita and The Wolf. Este festival explorou também os espaços citadinos como a Associação Convívio, Bar da Ramada, CAAA e o All Guimarães, percurso esse que era facilitado pelo comboio turístico destinado a levar o público pelas diferentes salas.

Após uma curta pausa, o epicentro regressou ao Centro Cultural Vila Flor, com os Dear Telephone a abrir a longa noite no Pequeno Auditório, seguidos dos Austríacos Leyya na caixa de palco do Grande Auditório, com intervalo com os Toulouse a apresentar em casa alguns dos temas de Yuhng, o seu primeiro disco. E eis que chega o concerto mais esperado do festival com Manel Cruz. A festa terminou com a atuação do emblemático músico da eletrónica japonesa, Stereociti.  

[ Gobi Bear ]

[ Daily Misconceptions ]

[ Mathilda ]

[ Elizabete Balčus ]

[ Time for T ]

[ Vita and The Wolf ] 

[ Dear Telephone ]

[ Leyya ]

[ Toulouse ]

[ Manel Cruz ]


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