Revista Rua

2018-05-04T10:34:21+00:00 Bússola, Viagens

Praga, a cidade das cúpulas

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Rita Almeida
Rita Almeida2 Março, 2018
Praga, a cidade das cúpulas
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 Capital da República Checa, situada na margem do Vltava, Praga é considerada um dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa, com um grande património arquitetónico e uma vida cultural rica, devido às múltiplas atrações que lá poderá encontrar.

A cidade não é muito grande e, por isso, consegue conhecer tudo a pé, no entanto, se preferir, tem à sua disposição uma mobilidade facilitada. Para ver tudo o que a cidade tem a oferecer, certamente passará várias vezes pela Ponte Carlos, a ponte mais velha de Praga, que está decorada com 30 estátuas. A maioria destas são em estilo barroco e representam os santos venerados nos séculos XVII e XVIII. Esta ponte leva-o até à cidade velha, localizada no centro de Praga. A Catedral Týn, de estilo gótico, e a igreja de São Nicolau, em estilo barroco, bem como o relógio astronómico são visitados por turistas durante todo o ano. A praça Venceslau localiza-se na cidade nova e é rodeada por edifícios que são, na sua maioria, hotéis, restaurantes e lojas de moda. O edifício mais famoso desta praça é o Museu Nacional de Praga. Para além disto, ao longo da avenida, poderá encontrar o famoso doce Trdelník, feito com massa enrolada num espeto, que é grelhado e recoberto com açúcar e uma mistura de nozes ou canela.

O Castelo de Praga, fundado no século IX, é considerado, segundo o Guiness World Records Book, o maior castelo do mundo. No seu interior encontra-se a Catedral de São Vitro, Palácio Real do Castelo de Praga, Torre Dalibor, Convento de São Jorge e a Viela Dourada.

Certamente já deve ter ouvido falar da Casa Dançante. Este edifício fica no centro de Praga, e é um prédio de escritórios. Foi desenhada pelo arquiteto Vlado Milunić em cooperação com o arquiteto Frank Gehry. Situa-se entre os prédios neobarroco, neogótico e art nouveau pelos quais a cidade é conhecida. Um ponto de passagem importante é o Muro de John Lennon, grafitado e colorido, que contrasta com o estilo do centro histórico. O primeiro desenho na parede surgiu no início da década de 80, quando o mundo estava comovido pela morte de John Lennon. A polícia comunista entendeu este ato como forma de protesto e vandalismo. No entanto, a proibição do ato não fez com que isso impedisse que as pessoas deixassem a sua mensagem no muro. Hoje, a parede rabiscada ainda está lá, com letras dos The Beatles e com o rosto de Lennon. Esta parede ficou marcada não só como memorial ao membro da banda, mas também como marco de manifestação à liberdade de expressão.

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