Revista Rua

2019-07-16T18:02:34+01:00 Cinema, Cultura, Dança, Música, Outras Artes, Teatro

11.º Festival das Artes abre com Ensemble Mediterrain e duas estreias mundiais

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© Hugo Pinheiro
Redação15 Julho, 2019
11.º Festival das Artes abre com Ensemble Mediterrain e duas estreias mundiais
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A 11.ª edição do Festival das Artes tem início já no dia 19 de Julho, no convento de São Francisco, pelas 21h30, com a actuação do Ensemble Mediterrain.

Mais cedo no dia, às 18h, é inaugurada a exposição Os Lusíadas — Utopias de Luz e de Sombra na ilha dos amores, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.

Outra estreia mundial no Festival das Artes vai acontecer no dia 21 de Julho, no concerto Na Sombra da Cruz, da Camerata Atlântica. Sob a direção de Ana Beatriz Manzanilha, o Concertino de Outono, Luz e Sombra, para oboé e cordas, de Sérgio Azevedo é o grande destaque do espetáculo, em estreia absoluta.  O Convento de São Francisco vai ainda reverberar, às 21h30, ao som de obras de Albinoni e da icónica peça do reportório de música sacra, a Stabat Mater, de Pergolesi.

Luz e Sombra à mesa das Lágrimas é o tema de mais uma experiência gastronómica do Festival das Artes. Pela mão do Chef Vitor Dias — do Hotel Quinta das Lágrimas —, quatro Chefs foram convidados para apresentar um menu de degustação com sabores que nos levam numa viagem do Centro do país ao Algarve. Cada prato é apresentado por cada Chef convidado e acompanhado por vinhos selecionados pelo ilustre enólogo e crítico de vinhos, Aníbal Coutinho. Dia 22 de Julho às 20h30, no Hotel Quinta das Lágrimas, com um cenário que promete surpreender os convivas.

A 24 de Julho, o anfiteatro Colina de Camões recebe a prestigiada Macao Youth Symphony Orchestra, composta integralmente por estudantes que vão do ensino primário ao universitário. Pedro Neves é o maestro convidado que tem dirigido esta orquestra na sua digressão internacional, que agora passa pela região Centro. A Luz do Oriente vai trazer-nos o Nocturno de António Fragoso, composições de Doming Lam, o concerto para violino Butterfly Lovers, de Chen Gang & He Zhanhao e a suite O Pássaro de Fogo, de Stravinsky.

Dia 25 de Julho, o anfiteatro enche-se novamente para ouvir os Alma Nuestra, a banda criada por dois amigos de longa data – Salvador Sobral e Victor Zamora – e que trazem sons da América Latina com roupagem jazz, numa parceria entre o Festival das Artes e o Quebrajazz.

D.R.
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