Revista Rua

2020-07-30T14:38:10+00:00 Cultura, Música

A luz de Selma Uamusse volta a brilhar em Liwoningo

O novo disco de Selma Uamusse foi editado na passada sexta-feira depois de ter esgotado o concerto de apresentação na Gulbenkian.
©Luís S. Tavares
Redação
Redação30 Julho, 2020
A luz de Selma Uamusse volta a brilhar em Liwoningo
O novo disco de Selma Uamusse foi editado na passada sexta-feira depois de ter esgotado o concerto de apresentação na Gulbenkian.

Depois do seu primeiro álbum, Mati, a levar a atuar por 9 países numa tour com mais de 60 concertos, Selma Uamusse prepara-se para lançar o seu segundo disco em nome próprio, Liwoningo (que significa luz em Chope, uma língua tradicional de Moçambique). Produzido por Guilherme Kastrup, produtor premiado com um Grammy pelos álbuns A Mulher do Fim do Mundo e Deus é mulher de Elza Soares. Um disco que conta com participações da banda brasileira Bixiga 70, dos artistas moçambicanos Chenny Wa Gune, Milton Guli e Lenna Bahule e do Korista Mbye Ebrima, da Gâmbia.

A sua música é um manifesto pela harmonia ao que nos rodeia, um olhar positivo sobre o mundo. Características que vão além da música, como se viu em 2019 quando Selma, enquanto mentora e organizadora do movimento “Mão Dada a Moçambique”, reuniu mais de 50 artistas e figuras políticas que contribuíram com a sua voz e presença no evento de angariação de receitas para combater a catástrofe humanitária resultante da passagem do ciclone Idai, em Moçambique.

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