Revista Rua

2021-09-15T18:38:59+01:00 Cultura, Música, Radar

Braga acolhe Festival Informal de Ópera em locais icónicos

A primeira estreia do dia acontece às 15h00, na blackbox do gnration.
©Maria Fontes
Redação15 Setembro, 2021
Braga acolhe Festival Informal de Ópera em locais icónicos
A primeira estreia do dia acontece às 15h00, na blackbox do gnration.

A cidade de Braga prepara-se para ser palco do FIO – Festival Informal de Ópera, no dia 18 de setembro. O evento anuncia quatro estreias de óperas em português, criadas especificamente para quatro locais emblemáticos na cidade: gnration, Museu Nogueira da Silva, Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho e Museu dos Biscainhos.

O FIO foi idealizado por um coletivo informal de artistas, em colaboração com a Sinfonietta de Braga e com o apoio do Município, assim como da Direção-Geral das Artes. O programa do festival revela ainda atividades paralelas inspiradas na temática da ópera, que pautam os momentos que antecedem e intercalam as estreias. É o caso da apresentação pública do resultado das oficinas Vamos criar uma ópera?, uma mesa redonda intitulada Ópera para quê? e o audioguia Passeio Sonoro.

Nesta que é a primeira edição, o festival acolhe como solistas os cantores Ana Maria Pinto, Nataliya Stepanska, Tiago Matos e Miguel Maduro Dias, com direção musical do maestro Jan Wierzba. In(opeRA)vel conta com música de Sara Ross, texto de Tiago Schwäbl e encenação de Joana Providência, sendo que a primeira estreia do dia a acontece no palco da blackbox do gnration, às 15h00. Mais tarde, pelas 17h00 e as 18h00 seguem-se duas récitas da ópera O Concílio Celeste, no Museu Nogueira da Silva, com música de Fátima Fonte, texto de Patrícia Portela e encenação de Sónia Baptista. A terceira ópera, Oráculos & Ladainhas, com início às 21h00, é apresentada no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho e conta com autoria musical de Sofia Sousa Rocha, texto de Tiago Schwäbl e encenação de Antório Torres.

O festival encerra com a ópera Maria Magola, às 22h00, no Museu dos Biscainhos. O concerto tem autoria musical de Francisco Fontes, textos de Marta Pais de Oliveira e encenação de Daniela Cruz.

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