Revista Rua

2021-01-11T15:34:32+00:00 Cultura, Outras Artes

Casa das Artes de Famalicão: uma programação cultural preenchida no arranque do ano

Comemorando 20 anos, a Casa das Artes de Famalicão apresenta uma programação com seis coproduções, três das quais em estreia.
Fotografia © João Octávio Peixoto
Redação11 Janeiro, 2021
Casa das Artes de Famalicão: uma programação cultural preenchida no arranque do ano
Comemorando 20 anos, a Casa das Artes de Famalicão apresenta uma programação com seis coproduções, três das quais em estreia.

A Casa das Artes de Famalicão acaba de anunciar a agenda cultural para o primeiro trimestre do ano, mantendo a oferta diversificada para todos os públicos. Num ano em que se assinalam duas décadas de atividade deste teatro municipal, a programação conta com seis coproduções, três das quais em estreia.

Em janeiro, o teatro, o cinema, a dança e a música preenchem o Teatro Municipal de Famalicão. A 14 e 15 de janeiro a Casa das Artes apresenta À Espera de Godot, numa coprodução com a ACE Escola de Artes de Famalicão. Nos dias 13, 15 e 16 é apresentada a primeira réplica do quinto episódio do Close-Up, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do “Cinema na Cidade”, onde a produção do presente se cruza com a história do cinema. Para público em geral, Luis Buñuel e Nanni Moretti apresentam Os Esquecidos, a 15 de janeiro, e Querido Diário, no dia seguinte. Destinado ao público escolar do Agrupamento de Escolas de Ribeirão, é exibido o filme Os Respigadores e a Respigadora, de Agnès Varda, a 13 de janeiro.

Já no dia 17 de janeiro, é tempo de receber Noite de Primavera, de Luís Mestre, uma escolha programática da Casa das Artes para uma noite de teatro, nesta que é a segunda noite da Tetralogia das Estações do mesmo dramaturgo. No dia 30, o Cinema Digital propõe o filme As Bruxas de Roadl Dahl, de Robert Zemeckis, e ainda nesse dia, a programação encerra com música: Manuel João Vieira apresenta-se a solo com Anatomia do Fado, um álbum dedicado ao Fado humorístico.

No mês mais curto do ano, é altura de grandes estreias em Famalicão, nomeadamente no dia 26 de fevereiro, com a apresentação de Como Perder um País, o segundo espetáculo do ciclo “Democracia e os filhos dos anos 90”, numa coprodução entre: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal Baltazar Dias e Momento – Artistas Independentes.

Seguimos para março e o mês arranca com a fantástica presença da Companhia Nacional de Bailado, a 5 de janeiro, com o espetáculo Dançar em Tempo de Guerra. No dia 12, é a vez de estrear TRIPLO, a mais recente criação da KALE Companhia de Dança, ao passo que no dia 13 surge a segunda réplica do quinto episódio do Close-Up. No dia 19, os Clã atuam na Casa das Artes de Famalicão e trazem o mais recente projeto discográfico, Véspera, o nono álbum da banda portuguesa, lançado em pleno confinamento. Eu nunca vi um helicópetro explodir é a proposta cultural para os dias 25, 26 e 27 de março. Esta peça de teatro, de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto, cruza as linguagens do teatro com as do cinema, da rádio, da televisão e até da Internet, numa coprodução da Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de Famalicão e o Teatro Municipal de Angra do Heroísmo. É uma oportunidade de ver em palco atores como António Durães e Filipa Guedes, acompanhados pela voz do jornalista Fernando Alves.

A agenda cultural da Casa das Artes de Famalicão para o primeiro trimestre do ano pode ser conhecida na íntegra no site. De salientar ainda que, durante todo o ano, há sessões regulares para público de cinéfilos com a escolha do Cineclube de Joane.

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