Revista Rua

2021-09-07T10:50:48+01:00 Cultura, Outras Artes

Ci.CLO anuncia exposição coletiva itinerante na Figueira da Foz

A exposição Sustentar pode ser visitada de 3 de setembro a 10 de outubro e a entrada é livre.
©D.R.
Redação7 Setembro, 2021
Ci.CLO anuncia exposição coletiva itinerante na Figueira da Foz
A exposição Sustentar pode ser visitada de 3 de setembro a 10 de outubro e a entrada é livre.

A Ci.CLO apresenta uma nova exposição coletiva itinerante, instalada no CAE – Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, dando a conhecer a perspetiva de seis artistas sobre projetos de sustentabilidade em Portugal. A exposição Sustentar pode ser visitada de 3 de setembro a 10 de outubro e a entrada é livre.

Depois de ser apresentada na Bienal’21 de Fotografia do Porto, no Fotofestiwal (Polónia) e em Mértola, a exposição Sustentar chega à Figueira da Foz para acolher trabalhos fotográficos e videográficos de seis artistas, que apresentam a sua visão sobre seis iniciativas experimentais na área da sustentabilidade. Organizada e produzida pela Ci.CLO, a exposição coletiva resulta de um projeto colaborativo entre curadores, artistas e especialistas, bem como residências artísticas em cada território, onde foram implementados os projetos POCITYF.

A exposição integra o trabalho De Vagar o Mar, desenvolvido em residência pela artista Maria Oliveira, através do qual cria uma passagem metafórica para o mundo antigo e pré-humano nas salinas, reconhecendo o potencial natural e cultural do território. Apresenta ainda os restantes trabalhos desenvolvidos no âmbito do projeto Sustentar, entre os quais o filme Arte de Sombrear o Sol, de Evgenia Emets, que acompanha as alterações climáticas, a transição agroecológica e a agricultura sintrópica em Mértola. Destaque para Em Plena Luz, de Elisa Azevedo, que explora a integração de sistemas inovadores de captação de luz solar para tornar a zona histórica de Évora autossustentável. Hoje, Translúcido, de Margarida Reis Pereira, foi desenvolvido através do diálogo com as comunidades dos bairros do Grito do Povo e dos Pescadores.

A curadoria é de Krzysztof Candrowicz e de Pablo Berástegui, assim como do diretor artístico da Ci.CLO, Virgílio Ferreira. “Queremos contribuir para uma interação entre as pessoas, os projetos e os artistas, buscando nessa troca as reflexões que se pretendem inspirar. Além disso, é importante descentralizarmos a produção e o acesso à arte”, partilha Virgílio Ferreira.

Depois da Figueira da Foz, a exposição viaja para os restantes municípios parceiros da primeira edição do projeto.

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