Revista Rua

2021-05-18T14:19:15+01:00 Cultura, Radar, Teatro

Companhia de Teatro de Braga “invade” Museu dos Biscainhos em Dia Internacional dos Museus

A Companhia de Teatro de Braga (CTB) apresentou esta manhã duas obras de August Strindberg no Museu dos Biscainhos, em Braga. Os espetáculos ao público começam no dia 21 de maio e prolongam-se até 29, no próprio museu.
Fotografia ©Nuno Sampaio
Redação18 Maio, 2021
Companhia de Teatro de Braga “invade” Museu dos Biscainhos em Dia Internacional dos Museus
A Companhia de Teatro de Braga (CTB) apresentou esta manhã duas obras de August Strindberg no Museu dos Biscainhos, em Braga. Os espetáculos ao público começam no dia 21 de maio e prolongam-se até 29, no próprio museu.

Numa colaboração com o Museu dos Biscainhos, valorizando a “criação artística e da vida cultural na cidade que se quer Capital Europeia da Cultura em 2027”, a Companhia de Teatro de Braga (CTB) apresenta duas peças do autor August Strindberg no Palácio dos Biscainhos entre 21 e 29 de maio (*dois espetáculos por dia. Um começa às 19h e o outro às 20h). A Mais Forte e Pária mostram ao público o trabalho de um dos nomes mais importantes da história do teatro e uma das personalidades mais controversas da literatura moderna. Em finais de 1888 e princípios de 1889, Strindberg escreve algumas obras curtas em um ato a pensar no Teatro Experimental que está a fundar em Copenhaga, seguindo o modelo de Antoine, em Paris. Entre essas obras estão: A Mais Forte, peça escrita essencialmente para Siri von Essen, sua mulher. A Mais Forte é considerada como um dos mais brilhantes monólogos da história do teatro (embora na realidade se trate de 3 personagens em cena), e PÁRIA.

“36 anos depois voltamos a Strindberg. Depois de A Menina Júlia, (numa encenação de Luís Varela, cenografia de Acácio de Carvalho e figurinos de Manuela Bronze) retomamos agora o diálogo com este autor maior, neste contexto de “fronteiras”. Depois de grandes produções como As Troianas e Calígula no ano transacto, tolhidos, talvez, pelos tempos pandémicos, iniciamos um Ciclo que podemos chamar de teatro de câmara ou teatro de arte. Foi assim com “Gostava de estar viva para vê-los sofrer” de Max Aub, no final do ano e continuará 2021, com este duplo Strindberg e em outubro, com a adaptação de Alexej Schipenko, que ele mesmo dirigirá, a partir de Hamlet”, afirma Rui Madeira, diretor da CTB.

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