Revista Rua

2019-12-03T14:31:38+00:00 Cultura, Outras Artes

Exposição da zet gallery apoia jovens artistas das Belas Artes

Redação
Redação29 Novembro, 2019
Exposição da zet gallery apoia jovens artistas das Belas Artes

Texto: Inês Rodrigues

A exposição A vida é um emaranhado de nós é a última iniciativa de carácter expositivo que integra a intensa programação que a zet gallery promoveu ao longo de 2019.

Uma exposição coletiva, a segunda que resulta da parceria entre a zet gallery e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e que tem como objetivo criar espaço de apresentação pública para jovens artistas, em fase de término ou recém formação académica.

Já em 2018, a zet gallery acolheu Singular Pace, uma exposição coletiva que reuniu, a partir das Galerias Abertas (GA-AB), propostas de 19 jovens artistas, num total de 90 obras de arte.

A seleção dos trabalhos deste ano foi feita a partir dos participantes na edição 2019 das GA-AB, por um júri constituído por Joana Meneses Fernandes (coordenadora do projeto Braga Cultura 2030), Miguel Bandeira Duarte (diretor do Museu Nogueira da Silva), Luís Coquenão (artista visual) e por Helena Mendes Pereira, curadora da zet gallery.

Sobre a A vida é um emaranhado de nós, a curadora considera que se trata “de um exercício de confirmação da hibridez da produção artística contemporânea e da importância da formação como determinante na busca, através da experimentação e da investigação multiníveis, da identidade visual e plástica e, com isso, da Liberdade”.

Alberto Rodrigues Marques, Ana Lúcia Ventura, Ana Sofia Sá, André Costa, Carlos Filipe Cavaleiro, Francisco Lourenço, Hugo Castilho, Lorenzo Bordonaro, Lígia Fernandes, Joana Lapin, Joana Paiva Sequeira, Pablo Quiroga e Segismundo são os jovens talentos que integram a última exposição de 2019 da zet gallery que se traduz num “esquema de redes – compartimentadas e abertas – e de contágios visuais e conceptuais, de diferentes apelos emocionais, que nos aproximam dos seus e nos nossos mundos interiores e das nossas memórias e estórias”, como desvenda Helena Mendes Pereira.

A curadora confessa que o desafio curatorial desta exposição foi denso, uma vez que, neste caso, começou ao contrário: “A escolha dos artistas antecedeu o desenvolvimento do conceito, em vez de o preceder. Perante isto, vincular e ligar propostas de trabalho, algumas diametralmente opostas, que evidenciam um amplo cruzamento disciplinar, que, à partida, se imiscuem e impõe no espaço expográfico umas das outras pelas suas naturezas formais, foi o grande repto a que quisemos dar resposta nesta exposição”, revela.

A entrada é livre. Todas as obras de arte estão também disponíveis em zet.gallery.

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