Revista Rua

2019-10-30T15:50:18+00:00 Gastronomia, Sabores

IKEDA, quando o caminho para o Japão passa pelo Porto

Este restaurante no Porto nasceu em julho de 2017, inspirado nas tradicionais Izakaya.
Fotografia ©Nuno Sampaio
Andreia Filipa Ferreira21 Outubro, 2019
IKEDA, quando o caminho para o Japão passa pelo Porto
Este restaurante no Porto nasceu em julho de 2017, inspirado nas tradicionais Izakaya.

Trazendo à Invicta a cozinha nipónica com influências ocidentais, o IKEDA Japanese Cuisine é um espaço onde os olhos também comem… não, não falamos da beleza dos pratos (mas também podíamos). Falamos, sim, dos incríveis 3000 grous de origami, feitos à mão, que enfeitam o teto e nos fazem querer saborear o sushi sob o seu olhar atento.

Inspirado nas tradicionais Izakaya, as reconhecidas tascas informais do Japão onde as pessoas se encontram para petiscar e conviver, o IKEDA nasceu em julho de 2017 e é já um dos lugares mais in do Porto. Com um ambiente acolhedor, desenhado pelo atelier MaPa, e com uma decoração minimalista que nos transporta para o Oriente – destacamos o teto de origami, mais uma vez -, o IKEDA é uma mistura perfeita pensada para surpreender tanto os amantes dos sabores mais simples como os curiosos que nunca dizem “não” a uma aventura gastronómica.

Com o chef brasileiro Agnaldo Ferreira como mentor por detrás do IKEDA, o primeiro projeto que, depois da criação de espaços em Lisboa, chega ao Porto, este restaurante traz à carta os pratos já bem conhecidos pelos portugueses, como sushi, sashimi, teppanyaki ou ramen, mas também outros destaques da culinária japonesa, como carne wagyu, okonomiyaki (uma espécie de panqueca frita) ou yakitori (espetadas de frango). O gerente do IKEDA, Tiago Costa Branco, define-nos este leque de opções como “um conceito de tradição com alguma ocidentalização, em que a ideia de partilha é o destaque”. Apontando a preocupação com as possíveis alergias alimentares de clientes, Tiago afirma que toda a equipa do IKEDA (18 pessoas no total) fizeram um curso sobre alergias alimentares, de modo a promover a melhor assistência em casos inesperados.

Com quatro espaços diferentes que proporcionam também experiências diferentes aos visitantes, como o balcão (kicchin, onde os clientes podem ver de forma próxima o trabalho do sushiman), a sala (ima, onde estão os origamis que se movem à mais pequena brisa), o jardim (niwa, com esplanada em madeira) e a sala privada (minka, com o máximo de dez lugares para um evento privado sujeito a marcação prévia para personalização da ementa), o IKEDA assume-se como uma autêntica viagem ao Oriente. Aceita entrar nesta rota rumo ao país do sol nascente?

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