Revista Rua

2019-07-22T15:55:01+01:00 Sabores, Vinhos

“Ilha” lança as suas novas colheitas e duas novidades

Após o lançamento deste projeto da Madeira em 2018, com uma trilogia de vinhos de Tinta Negra, Diana Silva apresenta mais duas novidades.
D.R.
Redação22 Julho, 2019
“Ilha” lança as suas novas colheitas e duas novidades
Após o lançamento deste projeto da Madeira em 2018, com uma trilogia de vinhos de Tinta Negra, Diana Silva apresenta mais duas novidades.

Diana Silva estreou-se com sucesso em 2018 com o projeto Ilha – uma trilogia de vinhos na Madeira feita a partir de uma única casta, a Tinta Negra e apresenta agora as novas colheitas do seu vinho DOP, e duas novidades – o Ilha Verdelho, e o Ilha E.

Depois de um ano de enorme sucesso e de aprendizagem, e tendo trabalhado apenas com uvas S.Vicente, a produtora passou a usar também uvas do Estreito de Câmara de Lobos.

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Além do Ilha Tinta Negra Rosé, do Ilha Branco – “o primeiro Blanc de Noirs” da Ilha da Madeira” -, e do Ilha Tinta Negra Tinto, um vinho elegante e surpreendente, com apenas 12%, a produtora madeirense adicionou dois novos vinhos ao projeto inicial: o Ilha Verdelho, uma vontade que já existia mas que não havia ainda sido concretizada, e que nasce agora de um conjunto muito específico de circunstâncias: é um Verdelho de S. Vicente, de uma vinha de altitude, o que confere mais acidez ao vinho e menor maturação alcoólica. A uva é apanhada à mão e cuidadosamente selecionada. O Verdelho mantém a linha dos seus “irmãos ilhéus” – a saber, um vinho de nicho, intensamente gastronómico, criado sem a preocupação de agradar a todos. Na descrição da enóloga, por não ter qualquer intervenção tecnológica, é “o mais puro Verdelho da Madeira”.

A outra novidade deste ano é o Ilha E – E de Experiência. Uma aventura de 1.064 garrafas, iniciada em 2017, que resulta da crença da produtora pela casta e sua incessante procura em mostrá-la na sua mais diversa potencialidade e esplendor. Este vinho tinto, 100% Tinta Negra, tem um estágio de madeira de quatro meses.

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Dentro desta última aventura, Diana assume que irá criar mais vinhos, e de verdade, tem já outro na “manga”, uma edição limitada de cerca de 1.000 garrafas, que será um topo de gama e irá ser lançado no fim deste ano ou no início do próximo – dependendo de quando o vinho estiver pronto.

O Ilha permanece como o projeto da vida de Diana Silva – um projeto de “Amor à terra e crença no Terroir”. Para ela, que sempre defendeu que um vinho com qualidade é “um vinho equilibrado a nível de acidez, frescura, fruta e álcool”, o Ilha continua a trilhar o seu caminho. E o caminho é ascendente.

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