Revista Rua

2020-04-16T15:32:10+01:00 Cultura, Outras Artes

Iniciativa da Bienal de Cerveira reúne artistas plásticos e escritores portugueses

Numa iniciativa inédita chamada “De casa para um mundo”, a XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira apresenta projeto artístico com nomes bem conhecidos das artes visuais e da literatura contemporânea portuguesa.
Sobral Centeno
Redação16 Abril, 2020
Iniciativa da Bienal de Cerveira reúne artistas plásticos e escritores portugueses
Numa iniciativa inédita chamada “De casa para um mundo”, a XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira apresenta projeto artístico com nomes bem conhecidos das artes visuais e da literatura contemporânea portuguesa.

À distância e em tempos de pandemia, a XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira mostra que a criatividade não tem limites através de um projeto artístico inédito chamado “De casa para um mundo…” que junta nomes bem conhecidos das artes visuais e da literatura contemporânea portuguesa, como Pedro Calapez, Albuquerque Mendes, Capicua, Afonso Reis Cabral, Francisco Duarte Mangas ou Gonçalo M. Tavares. Ao todo, de acordo com o cálculo da curadora do projeto Fátima Lambert, são 15 escritores + 15 artistas plásticos = 30 autores = 15 obras. “O propósito foi tornar proativo e criativo este isolamento a que ficamos reduzidos e nos afeta a todos. Vamos ativar energias, colocando em diálogo criadores que não se podem encontrar, mas que podem comunicar, concretizando trabalhos de pintura/desenho/técnica mista a partir de um texto de 15 palavras”, explica a curadora.

O autor Manuel Novaes Cabral e o artista plástico Sobral Centeno são os responsáveis pela ideia do projeto, que nasceu em meados de março, aproximadamente duas semanas depois de ter sido declarado o período de confinamento devido ao COVID-19.

A exposição De casa para um mundo será apresentada ao público na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, integrando o programa expositivo da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira (10 de julho a 13 de setembro 2020).

De recordar que a bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica assinala os seus 42 anos sob o tema “Diversidade-Investigação. O Complexo Espaço da Comunicação pela Arte”.

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