Revista Rua

2020-10-22T17:21:53+00:00 Atelier, Moda

Joana Mota Capitão Jewellery, a essência da nova coleção Alma

Com o intuito de mergulharmos no mundo audacioso desta coleção Alma, falamos com a criadora que nos descreve as suas intenções.
Redação
Redação22 Outubro, 2020
Joana Mota Capitão Jewellery, a essência da nova coleção Alma
Com o intuito de mergulharmos no mundo audacioso desta coleção Alma, falamos com a criadora que nos descreve as suas intenções.

Joana Mota Capitão Jewellery anuncia o lançamento da mais recente coleção, intitulada por Alma, que surge sob um anseio de recuperar os corações que se perderam em tempos tão incertos.

Alma desvenda uma gama de peças inspiradas em pensamentos que assolaram durante este tempo de incerteza e indecisão, onde as dúvidas deram lugar a sonhos. Perante estas perplexidades, sobrepõem-se outras vontades que se expressam através da criação. Alma é também um espelho para o abismo da nossa essência – eternizada no coração e sustentada pela coragem.

Com o intuito de mergulharmos no mundo audacioso desta coleção Alma, falamos com a criadora que nos descreve as suas intenções e a mensagem que procurou transmitir com este lançamento.

A atriz Margarida Vila-Nova é o rosto desta coleção. Qual é o motivo por detrás desta escolha?

Fomos colegas de liceu (apesar de não termos andado na mesma turma) e acompanho o trabalho e a evolução da Margarida desde então. Para além de ser uma mulher linda e de um talento incrível, achei que representava da melhor forma toda esta graciosidade das peças que fazem parte desta coleção. A Margarida fez um trabalho maravilhoso e não podia estar mais feliz com esta escolha.

Quais são os objetivos da marca para futuras coleções?

É difícil, ainda para mais agora, colocar certos objetivos em cima da mesa sem que se tenha receio de obstáculos completamente alheios à vontade de todos. Sem dúvida que quero continuar a criar e a imaginar coleções para pessoas que procuram algo mais para o seu dia a dia e que não passam sem um acessório especial. Com certeza que não vou salvar o mundo, mas posso continuar a contribuir para que seja mais bonito — principalmente, continuarei a fazer questão de fazer as peças à mão, de comprar os metais a fornecedores locais e de manter a sustentabilidade do meu trabalho no topo do meu processo criativo.

Qual é o conceito desta nova coleção e que mensagem procurou transmitir através desta Alma?

Esta coleção marca a passagem de um ciclo de incertezas e, numa altura como esta, a mensagem que quero é a força e a coragem necessárias para seguirmos em frente — muitas vezes, tudo isto vem da alma, não é? Pensar na alma é ter de procurar cá dentro o que não encontramos lá fora. Depois de tantas barreiras impostas, seja em casa ou noutro espaço de confinamento (passo o termo), quis que esta coleção mostrasse que é possível criar e produzir algo que nos coloca um sorriso na cara e nos aquece o coração.

Que peças destacaria de toda a coleção?

Todas as peças desta coleção destacam-se pela sua delicadeza e graciosidade. São feitas em prata 925 e prata 925 com plaqué de ouro e em todas elas podemos ver o pormenor das zircónias, com a particularidade de se poder escolher a cor (azul, verde, encarnado e outras). Se tivesse de escolher uma peça, talvez optasse pelos brincos #STEAL por representarem o expoente máximo das mil e uma ligações da alma que podemos ter, que nesta coleção estão representadas por pequeníssimas peças que se acoplam, juntam e soltam consoante a minha (nossa) vontade.

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