Revista Rua

2021-06-02T12:15:51+01:00 Gastronomia, Sabores

Niepoort lança a primeira família de Single Vineyards

Os novos Single Vineyards resultam de uma aposta numa única vinha e não em lotes
©D.R.
Redação1 Junho, 2021
Niepoort lança a primeira família de Single Vineyards
Os novos Single Vineyards resultam de uma aposta numa única vinha e não em lotes

A partir de vinhas velhas no Douro e na Bairrada, a Niepoort lança a primeira família de Single Vineyards, numa representação máxima do terroir em que se encontram. Surgem vinhos de exceção, que refletem uma atitude importante, assim como o culminar de uma década na Niepoort.

O primeiro Single Vineyard foi produzido em 1990, por Dirk Niepoort, a partir de uma vinha de Carril que originou o conceituado Robustus. Para este ano, na intenção de equiparar o potencial dos vinhos portugueses aos grandes Single Vineyards do mundo, a Niepoort apresenta uma família especial de Single Vineyards: vinhos criados a partir de vinhas muito particulares, situadas no Douro e na Bairrada. Com base em vinhas velhas, complexas e únicas, como a Vinha do Carril, a Vinha da Pisca ou o Museu dos Lagares, no Douro, nascem vinhos que são a expressão máxima do seu terroir. O Museu dos Lagares 2018 ou o Vinho do Porto Bioma Vinha da Pisca são excelentes exemplos disso. Da Bairrada, chegam-se o Lote D e o Valle Louro, através de vinhos excecionais e com um potencial magnífico de guarda.

A equipa da Niepoort – composta por com Daniel Niepoort, Nick Delaforce (Vinhos do Porto), Luís Pedro Cândido (Douro) e Sérgio Silva (Bairrada) – aprofundou este projeto de Single Vineyards, com o propósito de eternizar a essência do terroir numa garrafa. Os vinhos agora apresentados representam o culminar de uma atitude e de um trabalho que a Niepoort tem vindo a desenvolver ao longo destes últimos anos.

Para Dirk Niepoort, estes novos Singe Vineyards resultam de uma aposta numa única vinha e não em lotes, com o objetivo de recentrar os vinhos em torno da temática do terroir e do respeito pelo solo e pelo ADN do território. “Para fazer bons lotes de vinho, temos de entender e respeitar a vinha”, partilha Dirk Niepoort.

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