Revista Rua

2019-07-29T12:20:32+01:00 Sabores, Vinhos

Quinta de Lemos: chegaram os primeiros espumantes

Depois de alguns anos de espera, eis que nascem os primeiros espumantes, designados por Geraldine, o nome de uma das filhas de Celso de Lemos.
Maria Inês Neto29 Julho, 2019
Quinta de Lemos: chegaram os primeiros espumantes
Depois de alguns anos de espera, eis que nascem os primeiros espumantes, designados por Geraldine, o nome de uma das filhas de Celso de Lemos.

Os primeiros espumantes provenientes da Quinta de Lemos acabam de chegar ao mercado. O Geraldine branco e o Geraldine rosé são os mais recentes membros desta histórica família vínica do Dão, pela mão do enólogo Hugo Chaves, e prometem sensações únicas.

O nome destes vinhos traduz a chegada de mais uma mulher à tradição de vinhos da Quinta de Lemos. Depois de alguns anos de espera, eis que nascem os primeiros espumantes, designados por Geraldine, o nome de uma das filhas de Celso de Lemos, fundador e proprietário da quinta. Inspirados na personalidade festiva de Geraldine, nasceram os novos espumantes. Assim como os celebrados Dona Gerogina e Dona Louise, vinhos que vieram homenagear as figuras femininas da família de Celso de Lemos e que foram igualmente pautados de sucesso, espera-se que os Geraldine (branco e rosé) façam novamente história.

“Lançarmos os nossos espumantes no mercado era um desejo antigo”, partilha o enólogo da quinta, Hugo Chaves, que integra este projeto desde a data da sua fundação, em 1997. “Em 2014, já tínhamos feito um espumante branco que servimos no Mesa de Lemos, de Touriga Nacional e Encruzado, que foi um sucesso. Agora, parece-nos o momento ideal para lançar estes dois espumantes Quinta de Lemos, um mais social e outro marcadamente gastronómico, com o habitual carácter que distingue os nossos vinhos”, continua.

O Geraldine rosé teve uma produção limitada a 2500 garrafas, sendo um monocasta de Touriga Nacional, fino e sofisticado, com notas de frutos vermelhos e framboesas. De bolha fina, persistente e tonalidade salmão, este é um rosé mais denso e estruturado, marcado de uma acidez equilibrada e social.

Já o Geraldine branco é também um monocasta de encruzado, uma casta exclusiva do Dão, de que foram feitas 4000 garrafas. Com apenas 11,7% de grau alcoólico, este espumante apresenta uma boa estrutura, sendo mais seco e de uma acidez que é vincada, conferindo alguma frescura e longevidade. Trata-se de um vinho bastante gastronómico, destacando um aroma fino a floral de citrinos e fruta de polpa branca. Os dois espumantes estagiaram durante um período de 18 meses sobre borras finas.

Além destes novos espumantes da Quinta de Lemos, foram, também, lançados na ilha da Berlenga as novas colheitas vínicas deste ano, sendo eles: o branco Paulette 2017, o rosé Nélita 2017 e o tinto Lucita 2017. Opções singulares para acompanhar qualquer momento deste verão.

Os Geraldine (branco e rosé) estão à venda por 25€.

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