Revista Rua

2021-07-21T14:58:36+01:00 Gastronomia, Radar, Sabores

Restaurante Baco, uma viagem gastronómica pelos sabores dos Açores

Com um look contemporâneo, o restaurante procura respeitar os sabores sazonais e originais da região.
©D.R.
Redação21 Julho, 2021
Restaurante Baco, uma viagem gastronómica pelos sabores dos Açores
Com um look contemporâneo, o restaurante procura respeitar os sabores sazonais e originais da região.

O restaurante açoriano, Baco, desperta-nos a embarcar numa viagem gastronómica e sensorial pelos sabores das nove ilhas do arquipélago. Unindo a tradição e a cultura dos Açores à mesa, os produtos regionais são honrados da melhor forma em cada criação.

Situado na Ilha de São Miguel, o Baco reabriu portas com uma nova equipa de chefs e totalmente focado em ampliar a essência dos Açores. Com um novo conceito que abraça vários produtos regionais, há uma vontade em escolher o que de melhor se produz nas ilhas para recriar pratos que privilegiam pela qualidade e frescura.

Com um look contemporâneo, o restaurante procura respeitar os sabores sazonais e originais da região, propondo um novo conceito. As raízes e as tradições convivem à mesa numa perfeita harmonia. Uma das premissas do restaurante passa por acompanhar o desenvolvimento gastronómico da região, afirmando-se como um projeto pioneiro da nova cozinha açoriana casual e divertida, num perfeito equilíbrio entre um conceito bistrô e de cozinha de autor.

A valorização da identidade regional do restaurante é a preocupação base da nova equipa. Para consolidar a ligação entre o clássico e o contemporâneo, a equipa procura dedicar-se aos produtos, ingredientes e produtores locais, através de experiências que erguem as potencialidades das técnicas gastronómicas. “Acreditamos que O Baco é um restaurante inovador a nível nacional e a nível regional pelo trabalho que está a desenvolver com os produtos locais, nesta vertente de investigação e utilização de matérias-primas. A fusão entre o novo e o antigo, os sabores e receitas clássicas são, na nossa perspetiva, uma abordagem simbiótica da técnica do sabor e, acima de tudo, do produto açoriano”, partilha o chef consultor do projeto, Tiago Emanuel Santos.

A garrafeira do restaurante ilustra a ligação ao passado da região, através de uma carta que privilegia as referências nacionais que representam a identidade vitivinícola heterogénea em Portugal. Dá-se primazia a pequenos produtores, assim como os grandes clássicos do território nacional, em coerência com o nome do restaurante.

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