Revista Rua

2021-07-19T18:08:26+01:00 Cultura, Música

Rita Payés Roma encerra com êxito o primeiro ZZ Jazz no Eixo

Ao todo foram mais de uma dezena de concertos que encheram a cidade de Braga com Jazz.
©Miguel Estima
Miguel Estima19 Julho, 2021
Rita Payés Roma encerra com êxito o primeiro ZZ Jazz no Eixo
Ao todo foram mais de uma dezena de concertos que encheram a cidade de Braga com Jazz.

A primeira edição do festival ZZ Jazz no Eixo terminou no passado domingo. A música do outro lado da fronteira cobriu a atmosfera bracarense de diferentes sonoridades.

Na noite de sábado, dia 17 de julho, a Orquestra Galega de Liberación, veio ao Espaço Vita presentear quem estava a assistir com uma boa dose de improvisação e de experimentação sonora. Um concerto único e irrepetível. A música foi criada em tempo real para cada um dos concertos da orquestra de 16 elementos, de diferentes formações e experiências musicais, que se juntam num colectivo dando corpo à libertação sonora.

Na tarde de domingo 18 de julho o pequeno auditório do Theatro Circo, acolheu o trio mais consagrado da Galiza, os Sumrrá. Com 21 anos de existência e uma maturidade mais do que comprovada, traziam na bagagem o 7º disco de originais – 7 visions. Com uma câmara de texturas densas e uma sonoridade muito mais elaborada, o concerto mostrou uma formação de jazz com um perfeito equilíbrio e dinâmica sonora.

Para terminar esta edição, na noite também de domingo, veio a trompetista catalã Rita Payés Roma, acompanhada pela mãe Elisabeth Roma. Talvez o concerto mais concorrido de todos, onde se notou uma forte afluência de público maioritariamente galego, que se descolou para ouvir a jovem catalã. Um concerto repleto de música que acompanhou as suas vidas, desde melodias tradicionais da Catalunha, à bossa nova, fado ou boleros. Uma cumplicidade enorme com os músicos que estavam em palco e da própria Rita com o público, daqueles momentos que tornam um concerto mais emotivo.

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