Revista Rua

2019-03-22T15:10:55+00:00 Cultura, Dança, Histórias

Viver para dançar, dançar para a vida

©Nuno Sampaio
Redação
Redação22 Março, 2019
Viver para dançar, dançar para a vida

Inês Soares tem 17 anos e é natural de Guimarães. É aluna da Escola de Artes Performativas, Asas de Palco. Começou as aulas de ballet quando tinha seis anos, na mesma altura que iniciava os estudos na escola primária. A dança, mais especificamente o ballet, foi uma escolha pessoal, embora os pais de Inês sempre a encorajassem a praticar desporto para a ajudar na interação com outras pessoas por ser uma criança tímida.

Inês diz que “nem sempre é fácil conciliar os estudos com o ballet” e o que facilita é o facto de saber que, ao final do dia, a dança, serve também para a libertar do stress escolar.

©Nuno Sampaio

O ballet é muito exigente e ocupa-a duas horas por dia, cinco dias por semana, mas neste momento não pensa no ballet como carreira profissional devido às restrições físicas e aos muitos estereótipos ligados às artes performativas. Contudo isso nunca será fator impeditivo para que a dança faça sempre parte da vida de Inês.

“Quem sabe se mesmo após a minha licenciatura ou no final dos estudos eu não tenha de utilizar esta aprendizagem que tenho vindo a fazer. Talvez a dar aulas. Hoje estudar e tirar um curso já não é garantia para que possamos trabalhar logo na nossa área e talvez o facto de ter uma segunda opção a fazer algo que também gosto bastante parece-me uma boa alternativa, afirma Inês.

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